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Botas Texanas em Cerro Grande do Sul / Rio Grande do Sul

Botas Texanas em Cerro Grande do Sul / Rio Grande do Sul

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Conheça um pouco mais sobre  Cerro Grande do Sul Rio Grande do Sul:

Gentílico: sul-cerro-grandense

Histórico

Por volta de 1910, originou-se este novo Município, com a denominação de Colônia De Rio Grande, mudado posteriormente para Fortaleza. Essa mudança foi provocada por freqüentes confusões com a atual cidade de Rio Grande, já existente. O nome Fortaleza está relacionado com um cerro existente nas proximidades da área urbana que tem, uma fachada de pedra vertical dando a impressão de uma fortaleza. Como também já existia outra localidade com este nome, foi mudado para Cerro Grande, em referência a um cerro existente no 3º distrito, divisa com Camaquã, cujo o pico se situa a 550 metros acima do nível do mar, sendo o ponto culminante do Município e também da zona sul do estado.



Sua origem étnica é bastante heterogênea, com cerca de 10% de italianos, 20% de alemães, 40% de portugueses, 5% de poloneses, 10% de negros, 10% de espanhóis e 5% entre franceses, austríacos, suecos, russos, etc.. Tem-se como pioneiro do núcleo de moradores da atual sede de Cerro Grande do Sul, o senhor Arthur Emílio Jenisch, que aqui se instalou por volta da década de 1910, quando a travessia do Arroio Velhaco, tanto em Cerro Grande como Brasino, era feita por intermédio de balsas. Vieram outras famílias que também muito contribuíram para o desenvolvimento local, como a de Schmaedecke, Wolfle, Zenker, Curtinaz, Danelon e outras. O Cel. Arthur Emílio Jenisch, foi que posteriormente projetou o perímetro urbano. O vice-intendente em exercício de Dores de Camaquã (atual Sentinela do Sul), Sr. Narciso Fernandes Barbosa, mediante ato nº 4 (quatro) de 13 de maio de 1924, promulgou o Decreto pelo qual foi criado o 3º distrito de Tapes, e em 1938 foi à sede elevada à categoria de Vila.



No mesmo ano foi criado o Cartório distrital, sendo o primeiro escrivão o Sr. Affonso Curtinaz Filho. O Cel. Arthur Emílio, foi nomeado juiz distrital. Em 31 de dezembro de 1957 foi criada a paróquia de São José da Fortaleza, assumindo o primeiro pároco, o Pe. Bráulio Aluysio Weber, em 09 de março de 1958. Em 1979, José Curtinaz Pacheco Filho, Vice-Prefeito na época, ,liderou um movimento junto aos comerciantes e empresários locais, buscando apoio moral e financeiro pra iniciar os trabalhos de levantamento, visando à emancipação do 3º distrito, parte do segundo e ainda parte do Município de Camaquã e São Jerônimo, o que não logrou êxito. Em 1981 essas idéias voltaram à tona. Tomou novo impulso a partir da visita que o Sr. Rui Born, da diretoria da SURBAM, fizera aos empresários Volmir e Volmar Danelon nesse ano.



Juntamente com os mesmos, percorreu a Vila e garantiu que seriam bem sucedidos. Foi levado a contato com outras pessoas que aderiram à idéia. Ao falarem com o Dr. Luiz Roberto Wander, este já lhes apresentou uma série de números e dados que havia coletado, com isto tomando a iniciativa de convocar uma assembléia para eleger a comissão emancipacionista de Cerro Grande, em outubro do mesmo ano. Nas dependências do Clube Cruzeiro do Sul, foi a mesma eleita com os seguintes membros: Presidente: José Curtinaz Pacheco Filho; 1º Vice-Presidente: Edarte Danelon; 2º Vice-Presidente: Hélio Zenker; 1º Secretário: Admar Amazonas Coutinho de Oliveira; 2º Secretário: Pedro dos Santos Fonseca; 1º Tesoureiro: Ary Costa Tejada; 2º Tesoureiro: Volmir Fernando Schaidhauer Danelon; Diretores: Guiomar Gorziza e Ronaldo Henrique Bischoff. No entanto, esta primeira tentativa não obteve êxito. Em 1986 a Comissão é reorganizada para tentar a emancipação em 1988. Fora procurado o atual Prefeito de Tapes, Sr. José Wilson da Silva, o qual deu todo seu apoio, atenção e prioridade. Em novembro de 1986, a comissão vai a Camaquã falar com o Prefeito Marco Aurélio Pereira, mostrando-lhe o mapa, o qual falou que a causa era justa. Exigiu somente que fosse deixado de fora o Colégio do Bonito para Camaquã. Em 10/12/1986, foi sancionada e publicada no Diário Oficial a Lei que autorizava o plebiscito. Em janeiro de 1987, foi pedida uma audiência com o Prefeito de São Jerônimo, Sr. Benito Garcia, que, acompanhado de advogado, técnico do IBGE, imprensa, vereadores e funcionários, mostrando a cópia do processo, comunicou a decisão de não ceder área do território de São Jerônimo. Veio a segunda modificação do mapa (a primeira fora para excluir o Colégio do Bonito).



Dos 850 km² iniciais, ficaram 600 km². Em decorrência do falecimento do 1º Presidente da comissão, assumiu o 1º Vice-Presidente, Sr. Edarte Danelon, que começou a fazer os contatos necessários. Marcando plebiscito para 20/09/1987, às 9:00 horas do dia 19 fica-se sabendo que às 22 horas do dia 18 fora expedida uma liminar decorrente do mandado de segurança, impetrado por um morador de Camaquã, suspendendo com isto a consulta plebiscitária. Veio a 3ª modificação do mapa, que deixava fora a parte de Camaquã e parte do 2º distrito de Tapes. Feito os devidos acordos, insurgiu-se outro morador, exigindo que o povoado de Potreiro Grande ficasse fora, inclusive o cemitério. Veio a 4ª modificação do mapa. Ao levá-lo para ser autenticado no IBGE, este não aceitou, por ter partes de suas divisas por linhas secas e retas. Veio a 5ª modificação do mapa da área que começou com 850 km² e acabou com 357 km². A conquista plebiscitária foi realizada em 10 de abril de 1988, com a presença de 80% dos eleitores, de um total de 3.918 eleitores inscritos. Finalmente a Lei nº 8.619 de 12 de maio de 19888, criou o Município de Cerro Grande do Sul.

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