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Botas Texanas em Barão de Cocais / Minas Gerais

Botas Texanas em Barão de Cocais / Minas Gerais

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Conheça um pouco mais sobre  Barão de Cocais Minas Gerais:

Gentílico: cocaiense

Histórico

Barão de Cocais
Minas Gerais - MG

histórico

Em 1713, bandeirantes portugueses e brasileiros, deslocando-se do povoado do "Socorro", desceram o rio percorrendo aproximadamente dez quilômetros acampando no lugar a deram o nome de Macacos.
Construíram suas cabanas e uma pobre capela de madeira, sob a invocação de São João Batista.Com os correr dos tempos surgiram outros nomes,todos dados pelos Bandeirantes.Eis a pequena relação de nomes ainda em seus primeiroa anos de existência:
1 - MACACOS
2- SÃO JOÃO BATISTA DO MORRO GRANDE
3- ITAMBÉ
4- SÃO JOÃO BATISTA DO PRESÍDIO
5- SÃO JOÃO DA PEDRA
Apenas com relação a "São joão do Morro Grande se conhece o motivo da denomin~ção.
Sendo bem sucedidos em suas explorações em busca de minério para lá se dirigiram novos forasteiros, iniciando daí a construção de novas casas. Em 08 de janeiro de 1764, devido a iniciativa de Domingos da Silva Máia e do Cel. do 2º regimento,Sr. Manoel da Câmara Bittencourt,português de nascimento,foi iniciada a construção da Matriz, localizada na Praça principal do então Distrito. Para levarem a efeito esse empreendimento, os seus promotores mandaram vir de Lisboa a Planta do Templo.(Vide Alejadinho).
" OS ÍNDIOS"
Não foi necessário o desbravamento deste município porque os índios que aqui residiam abandonaram a região antes da chegada da civilização.Habitavam nas imediações de um grande morro denominado Pedra Pintada, onde dexaram pintados na pedra com tinta vermelha diversos animais ferozes, peixes etc.Seguia a marcha progressiva dos pequenos Distritos quando, em 1925, a Cia Brasileira de Usinas Matalúrgicas montou no local uma usina filial de ferro-gusa, alcançando a partir daí grande desenvolvimento.
O topônimo foi escolhido numa justa homenagem ao filho da terra, Barão de Cocais, que proporcionava meios de vida a centenas de trabalhadores da localidade.

Gentílico: cocaiense

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Morro Grande, pelo alvará de 28-01-1752, e por lei estadual nº 2, de 14-09-1891, subordinado ao município de Santa Bárbara.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Morro Grande, figura no município de Santa Bárbara.
Assim permanecendo em divisão administrativa referente ao ano de 1933.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1936 e 31-XII-1737, o distrito aparece com a denominação de São João do Morro.
Pelo decreto lei estadual nº 148, de 17-12-1938, o distrito de São João do morro volta a denominar-se Morro Grande.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Morro Grande ex-São João de Morro Grande, figura no município de Santa Barbára.
Elevado à categoria de município com a denominação de Barão de Cocais, pela lei estadual nº 1058, de 31-12-1943, desmembrado de Santa Bárbara. Sede no antigo distrito de Barão de Cocais ex-Morro Grande. Constituído de 3 distritos: Barão de Cocais, Bom Jesus do Amparo e Cocais.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 3 distritos: Barão de Cocais, Bom Jesus do Amparo e Cocais.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1950.
Pela lei estadual nº 1039, de 12-12-1953, desmembra o município de Barão de Cocais o distrito de Bom Jesus do Amparo. Elevado a categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Barão de Cocais e Cocais.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

Alterações toponímicas distritais
Morro Grande para São João do Morro Grande alterado em divisões territorias datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
São João do Morro Grande para simplesmente Morro Grande alterado, pelo decreto-lei estadual nº 148, de 17-12-1938.
Morro Grande para Barão de Cocais alterado, pela lei estadual nº 1058, de 31-12-1943.
O Barão de Cocais - José Feliciano Pinto Coelho, nasceu em 1.802 na fazenda da cachoeira, dois quilômetro da vila colonial de Cocais, fundada pelos seus ancestrais maternos. Filho do brigadeiro Antonio Caetano Pinto Coelho Cunha, ele foi enviado pelos pais para estudar no Rio de Janeiro, onde acabou ingressando no Exército Imperial, alcançando a patente de Tenente Coronel. Obteve sólida educação palaciana, chegando a ser camareiro da família Imperial e, como fidalgo, recebeu o título de Cavaleiro e Comendador da ordem Imperial de Cristo.
Em 1.819, casa-se por procuração com Thomásia de Figueiredo Neves na capela de Santa Quitéria, em Catas Altas do Mato Dentro. Do enlance matrimonial teve cinco filhos, nascidos na sua residência da Quinta da Boa Vista no Rio de Janeiro. Em 1.822, participa do movimento da Independência do Brasil e, em 1.830 elege-se Deputado Geral do Império, em sucessivas legislatura at´e 1.838. Em 1.848 torna-se empresário ao fundar a Companhia de Mineração Brasileira da Serra de Cocais, em asociação com os ingleses da National Mining Co.,sediada em Cocais. O regente Feijó, em 1835, nomeia-o governador da província de Minas Gerais e em 1.840, volta a maioridade de D. Pedro II.
Em 1.842, ´é aclamado governador interino de Minas Gerais, em Barbacena, aceitando ser Comandante-Chefe da revoluç]ao Libaral de Minas, ao lado de Teófilo Otoni Limpo Abreu, Cônego Marinho e outros. Com estratégista militar, vence todas batalhas, mas resolve recuar no quartel-general de Santa Luzia,para atender o pedido de pacificação do Duque de Caxias,que o visita na Vila de Cocais. Cassados os seus direitos políticos, dois anos depois e anistiado, reelege-se Deputado Geral de 1.844 a 1848. Devido a sua lealdade a Coroa Brasileira, D. Pedro II resolve titulá-lo Barão, com grandesa em 1.855. O venerandopolítico e empresário, no final da vida foi acometido de turbeculose, vindo a falecer no dia 9 de julho de 1.869, sendo sepultado no interior da Igreja de Santana, em Cocais

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