Confira 7 fatos curiosos sobre a doma do cavalo

Curiosidades sobre a doma de cavalos você encontra aqui na 7MBOOTS. Confira!

Como sabemos, domar um cavalo não é um processo fácil. Isso porque, além de muita paciência e cuidado, a ação requer um jeitinho especial com os animais, afinal, o equino detém grande força e, em casos de descontrole, pode representar riscos às pessoas.

Embora grande parte dos cowboys e cowgirls conheçam alguns procedimentos que envolvem as técnicas, poucas pessoas sabem quais ações são realmente necessárias para alcançar os resultados desejados. Por isso hoje, no site da 7MBoots, você vai descobrir 7 fatos curiosos sobre a doma do cavalo. Confira abaixo a lista especial que preparamos para você.

1- Um bom domador é aquele que tem uma boa lábia.

Se um domador tentar domar um cavalo usando apenas a força, a chance da ação ser bem sucedida é quase inexistente. Assim como grande parte dos animais, os equinos devem ser abordados de forma amigável, a partir de uma boa conversa. Além disso, o profissional deve manter o animal sempre olhando em sua direção e com as atenções voltadas à uma voz mansa e serena, afinal, a voz do domador funciona como uma orientação e pode, até mesmo, tranquilizar o animal.

2- Colocar o cabresto é uma tarefa que exige, acima de tudo, confiança.

A nível de informação, um domador profissional, leva, pelo menos 30 segundos para conseguir inserir o cabresto no cavalo que está domando. Isso ocorre porque, antes de qualquer tentativa, é imprescindível conquistar a confiança do equino. Primeiramente, é preciso se aproximar delicadamente e deixar o cavalo cheirar a sua mão. Posteriormente, é preciso fazer carinhos suaves no animal, para que ele vá se acostumando com o cheiro e toque do domador. Portanto, paciência e tolerância são fundamentais para realizar a ação com sucesso.

3- Ajustar a focinheira na medida certa é essencial

Embora seja uma tarefa um tanto quanto complexa, ajustar o cabresto no animal exige certo conhecimento por parte do domador, principalmente para que ela não fique nem muito alta, nem muito baixa. Afinal, quando o acessório de doma fica muito alto, dificulta a domesticação do animal pois o deixará desconfortável para seguir os comandos. Já a focinheira muito baixa pode causar acidentes como possíveis afogamentos.

4- Cuidado com a pelagem

Quem realiza o processo de doma sabe o quanto os cuidados com as pelagens dos cavalos são essenciais. É possível realizar a escovação por meio de duas ferramentas: uma escova de ferro ou de borracha. É importante lembrar que esse tipo de cuidado não influencia apenas na aparência do animal, mas também é fundamental para a manutenção da boa saúde e prevenção de parasitas.

5- Animais com menos de um ano de idade não devem usar cabresto

Essa é uma informação importantíssima a qual todos devem ficar atentos. Animais com menos de um ano de idade, não devem, jamais, serem colocados em cabresto, esteio ou qualquer plataforma semelhante, pois essa prática apresenta inúmeras ameaças. Além de tratar-se de um animal de não está com a sua musculatura totalmente formada, utilizar mais força do que o indicado pode motivar uma lesão no pescoço em decorrência do mau posicionamento da cabeça.

6- Existe uma maneira adequada de amarrar o cavalo no esteio

Não acredite que não faz diferença a forma como você amarra o seu cavalo. Existe uma maneira correta que envolve prender o animal no esteio com uma distância curta de, no máximo um metro, dessa forma, é possível evitar que o cavalo fique embaraçado na corda. Além disso, a corda deve, primeiramente, ser passada no esteio. Posteriormente, será passada novamente na argola e mais uma vez passada no esteio. Somente assim é possível evitar que o nó fique muito apertado e impedir que o cavalo dê voltas no esteio.

7- Pressão, mas na medida certa

Muitas pessoas se perguntam como os domadores conseguem cabrestear até os cavalos mais bravos. Bem, tudo ocorre com pressão. A técnica consiste em puxar o animal pelo cabresto enquanto um assistente toque o animal, fazendo com que ele associe, a partir do condicionamento que, ao caminhar, a pressão em sua nuca é reduzida. É importante lembrar que nenhum procedimento envolve qualquer tipo de crueldade contra o equino.

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